header Início | Página inicial | Adicionar em favoritos |
Pesquisar Notícias   Pesquisa Avançada »
-
Seções
Pesquisar por Dia
Sa Do
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031

Notícias em seu Email
Assinar Boletim:

Votação: SPED
Você já se sente seguro para repasssar as informações sobre SPED para seus clientes?
Sim, tenho bastante informações
Vou me preocupar com isso este ano
Estou buscando maiores informações
Ainda conheço pouco do assunto
Resultados de votação | Votações Anteriores

email Recomendar a um amigo | print Imprimir | comment Comentarios (0 publicado)

Crescimento de fusões e aquisições aquecem mercado de consultoria

  Outubro 22,2009

image

Três das principais empresas de consultoria e auditoria presentes no país esperam crescimento na demanda por serviços ligados a processos de fusões, aquisições e abertura de capital no Brasil em 2010, que estava estagnada por conta dos cortes de investimentos decorrentes da crise financeira.

Henrique Luz, sócio e membro do comitê executivo da PricewaterhouseCoopers, afirma que a empresa chegou a atuar com 30% da capacidade neste segmento no início de 2009.

Hoje o percentual chega a cerca de 70%, e a expectativa é que não pare de crescer, fato que ajudará a companhia a atingir a meta de faturamento para o ano que vem: R$ 930 milhões. Em 2009, o número esperado é de R$ 770 milhões.

Com o reaquecimento do mercado, a área de consultoria em geral terá crescimento de 25% em 2010 na PricewaterhouseCoopers, segundo Luz.

Os segmentos de saúde e telecomunicação serão os mais aquecidos, ainda de acordo com o sócio.

Na Deloitte a expectativa também é de crescimento na área de serviços voltados para movimentos de mercado como fusões, aquisições e aberturas de capital.

"No Brasil houve um movimento forte nessa área entre 2006 e 2007. Em 2008 e 2009 isso foi desacelerado, mas isso está sendo retomado", diz Luis Costa, sócio da companhia e responsável pelo segmento de empresas emergentes.

A aposta da Deloitte é nas pequenas e médias empresas, que hoje são responsáveis por 40% do faturamento. A meta é que, em cinco anos, esse percentual suba para 50%.

As companhias deste porte estão olhando muito para o mercado internacional, segundo Costa, o que também gera grande demanda da área de consultoria.

A Trevisan também acredita que as fusões, aquisições e aberturas de capital vão acontecer com mais freqüência e aquecer o mercado de consultoria.

"Os fundos de investimentos estão com apetite voraz para compras. A área de saúde, principalmente os laboratórios, devem se beneficiar disso", analisa Edison Cunha, diretor de operações da Trevisan Consultoria.

Cunha acrescenta que 2009 foi um ano atípico, em que a empresa praticamente não apresentou crescimento na área de consultoria, mas que em 2010 o crescimento de 20% a 30% que vinha sendo alcançado nos anos anteriores deve ser superado.

Uma pesquisa da KPMG divulgada em setembro mostrou que o número de transações de fusões e aquisições no terceiro trimestre do ano registrou uma alta de 21% em relação ao trimestre anterior.

Foram 117 operações de julho a setembro, contra 97 de abril a junho. Este é, por enquanto, o melhor trimestre de 2009.

A tendência de queda no número de transações vinha desde o último trimestre de 2008 por causa dos reflexos da crise no mercado de crédito e do ambiente de incerteza; sendo que no segundo trimestre deste ano atingiu o patamar mais baixo.
 
 
Fonte: Brasil Econômico

   

Gostou do artigo?

1 2 3 4 5 (total 0 votos)
comment Comentarios (0 publicado)
  

Sucesso de vendas - Compre

+ Lidas Hoje!
Últimos E-mails