header Início | Página inicial | Adicionar em favoritos |
Pesquisar Notícias   Pesquisa Avançada »
-
Seções
Pesquisar por Dia
Sa Do
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031

Notícias em seu Email
Assinar Boletim:

Votação: SPED
Você já se sente seguro para repasssar as informações sobre SPED para seus clientes?
Sim, tenho bastante informações
Vou me preocupar com isso este ano
Estou buscando maiores informações
Ainda conheço pouco do assunto
Resultados de votação | Votações Anteriores

email Recomendar a um amigo | print Imprimir | comment Comentarios (0 publicado)

Empresas de tecnologia se preparam para consolidação

  Janeiro 25,2010

image

Maiores grupos brasileiros buscam ter porte maior para avançar no mercado externo

Com o crescimento do mercado de software e serviços de tecnologia da informação (TI)no Brasil, que passou pela crise com crescimento estimado em 30% em 2009, as empresas líderes do segmento, como Totvs e Tivit, miram o mercado internacional e se preparam para intensificar o movimento de consolidação num setor ainda muito pulverizado. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), há 8,5 mil empresas no setor, mas 90% delas são micro e pequenas.

Para o chefe do Departamento de Indústria Eletrônica do BNDES, Maurício Neves, 2010 será um ano de muitas operações de aquisição e fusão no segmento e o banco está se preparando para apoiá-las, mesmo no exterior. O orçamento original de R$ 1 bilhão do Prosoft, programa do BNDES com linhas de financiamento especiais para o setor, estourou em 2009 e foi aumentado para R$ 5 bilhões até 2012, diante do aumento dos pedidos de financiamento das empresas. A carteira já chega a R$ 2,8 bilhões.

O Prosoft já tem dez anos, mas só nos últimos cinco intensificou o apoio à consolidação do setor, até adquirindo participações acionárias de negócios com potencial de crescimento ou resultante de uniões. "Temos apoiado uma série de operações, muitas de empresas que não são abertas e por isso não são conhecidas no mercado. Em 2009, houve muita consolidação entre empresas de médio porte e isso deve continuar este ano", avalia Neves.

A Totvs, maior empresa de software do País, realizou 13 operações de aquisição em 2009 e já é a oitava do mundo. Tem subsidiárias na Argentina, México e Portugal. De janeiro a setembro de 2009, teve um crescimento de quase 20% na receita. José Rogério Luiz, vice-presidente e diretor de relações com investidores da Totvs, admite que a consolidação "está no DNA" da companhia, que é fruto da união de várias empresas do setor, e não descarta novas operações este ano. A empresa busca novas oportunidades, mas Luiz explica que as aquisições são complementares ao crescimento orgânico.

Os alvos preferidos da Totvs, da qual a BNDESPar tem 6%, são fornecedores com presença forte em áreas em que possam agregar ao seu portfólio, que hoje vai de soluções para o setor financeiro ao de saúde ou agrícola. "Queremos crescer onde há uma capacidade de construir uma solução específica para o cliente."

Para o BNDES, empresas mais robustas poderão fazer do País um exportador mais competitivo no cenário internacional, dominado pela Índia. Atualmente, o País está no 16º lugar do ranking. Mas em vez de competir por preço, diz José Curcelli, presidente da Abes, os grupos nacionais querem usar a experiência no mercado interno para oferecer produtos diferentes, de maior valor agregado.

Fornecedora de nove dos dez maiores bancos do País, a Tivit também quer fixar sua expertise nesse setor antes de competir para valer lá fora. Apenas 2% do seu faturamento vem hoje das exportações. A empresa é liderada pelo ex-tenista Luiz Mattar, que há 11 anos trocou o saibro pela área de tecnologia. A Tivit abriu capital no ano passado e já atingiu faturamento de R$ 1 bilhão em 12 meses, mas quer ir devagar.

A Tivit sofreu no começo de 2009 com a suspensão de alguns contratos, mas conseguiu retomar o fôlego com a recuperação da economia e já planeja novos investimentos. Acabou de obter R$ 150 milhões no BNDES.

"Temos um grande potencial de crescimento orgânico, uma base de clientes muito grande, mas estamos atentos. Fizemos uma aquisição na área de sistemas em 2008 e estamos de olho em novas oportunidades que possam trazer expertise e talentos nessa área", diz Mattar, que abriu recentemente escritórios nos Estados Unidos e França. "O segmento de TI no Brasil tem muita interação com o cliente final, o que nos dá uma vantagem para competir com os indianos, que são mais comerciais."

Fonte: O Estado de São Paulo

Gostou do artigo?

1 2 3 4 5 (total 0 votos)
comment Comentarios (0 publicado)
  

Sucesso de vendas - Compre

+ Lidas Hoje!
Últimos E-mails