header Início | Página inicial | Adicionar em favoritos |
Pesquisar Notícias   Pesquisa Avançada »
-
Seções
Pesquisar por Dia
Sa Do
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930

Notícias em seu Email
Assinar Boletim:

Votação: SPED
Você já se sente seguro para repasssar as informações sobre SPED para seus clientes?
Sim, tenho bastante informações
Vou me preocupar com isso este ano
Estou buscando maiores informações
Ainda conheço pouco do assunto
Resultados de votação | Votações Anteriores

email Recomendar a um amigo | print Imprimir | comment Comentarios (0 publicado)

São Paulo vai fechando o cerco contra a sonegação

  Maio 07,2009

image

São Paulo e Espírito Santo fecharam acordo para combater a sonegação de impostos por meio do regime da substituição tributária. Pelo acordo, fabricantes paulistas de medicamentos e autopeças que realizarem operações com empresas capixabas vão recolher antecipadamente o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos cofres do Espírito Santo. Estima-se uma receita extra de R$ 40 milhões por ano para aquele estado com a implantação desse regime tributário nesses dois setores.

Com esse, sobe para nove o número de convênios assinados por São Paulo com outros estados. Até o momento, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Ceará, Alagoas, Pernambuco e Paraná já firmaram acordos tributários com o fisco paulista, que aposta no procedimento como grande aliada no combate à sonegação. O último acordo foi assinado em março, com o Paraná. Neste caso, envolvendo os setores de cosméticos, perfumaria, higiene pessoal e colchões.

O primeiro foi firmado em abril de 2007 com o estado do Mato Grosso do Sul, que resultou na assinatura de quatro protocolos para a implantação da substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas, destilados e vinhos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, equipamentos de informática e rações. Na opinião do consultor tributário da Confirp Contabilidade, Welinton Mota, o regime da substituição tributária está se espalhando pelo País. "É uma ferramenta de arrecadação muito eficaz, quase infalível", classifica. Ele lembra que o mecanismo é usado há muito tempo, mas de forma restrita. Automóveis, cigarros e refrigerantes são alguns dos setores que já recolhem há décadas o ICMS de forma antecipada. A diferença é que, de dois anos para cá, o fisco paulista está incluindo novos produtos. Sobre os critérios, Mota acredita que, provavelmente, o fisco leve em conta o expressivo volume de vendas e o interesse comum entre eles contra a sonegação.

Sílvia Pimentel, Diário do Comércio

Gostou do artigo?

1 2 3 4 5 Rating: 5.00Rating: 5.00Rating: 5.00Rating: 5.00Rating: 5.00 (total 2 votos)
comment Comentarios (0 publicado)
  
+ Lidas Hoje!
Últimos E-mails